segunda-feira, maio 26, 2014

Câmera ao vivo de Itapema Santa Catarina

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domingo, dezembro 16, 2012

Kali: a mulher mais poderosa do universo

 
KALI, A DEUSA DA REENCARNAÇÃO

 


kali kali maha mata
namah kalike namoh namah
jaya jagatambe eh ma durga
narayane om narayane om

A Índia foi o lugar em que a humanidade vivenciou a Mãe Terrível da forma a mais grandiosa, como Kali, "as trevas, o tempo que a tudo devora, a Senhora coroada de ossos do reino dos crânios".

Na mitologia hindu, Kali é uma manifestação da Deusa Durga. Segundo a lenda, no primórdios dos tempos, um demônio chamado Mahishasura ganhou a confiança de Shiva depois de uma longa meditação. Shiva ficou agradecido por sua devoção e então lhe concedeu a dádiva de que cada gota de seu sangue produziria milhares como ele, que não poderiam ser exterminados nem pelos homens, nem pelos deuses.
 De posse de tamanho poder, Mahishaseura iniciou um reinado de terror vandalizando pelo mundo.
As pessoas foram exterminadas cruelmente e até mesmo os deuses tiveram que fugir de seu reino sagrado. 
Os Deuses reuniram-se e foram se queixar para Shiva das atrocidades cometidas pelo tal demônio. Shiva ficou muito zangado ao ser informado de tais fatos.
Sua cólera, por sentir-se traído em sua confiança, saiu do terceiro olho na forma de energia e transformou-se em uma mulher terrível. Shiva aconselhou que os outros Deuses também deveriam concentrar-se em suas shaktis e liberá-las. Todos os Deuses estavam presentes quando uma nova deusa nasceu e se chamou a princípio de Durga, a Mãe Eterna. Ela tinha oito mãos e os Deuses a investiram com suas próprias armas de poder: o tridente de Shiva, o disco de Vishnu, a flecha flamejante de Agni, o cetro de Kubera, o arco de Vayu, a flecha brilhante de Surya, a lança de ferro de Yama, o machado de Visvakarman, a espada de Brahma, a concha de Varua e o leão, que é o meio de locomoção de Himavat.
Montada no leão, transformou-se em Kali, e cega pelo
desejo de destruição atacou Mahishasura e seu exército. A Deusa exterminou demônio após demônio, exército após exército e um rio de sangue corria pelos campos de batalha, até que finalmente, decapitou e bebeu o sangue de Mahishasura estabelecendo novamente a ordem no mundo.
Logo após as batalhas Kali iniciou sua eufórica dança da vitória sobre os corpos dos mortos. Com esta dança todos os mundos tremiam sob o tremendo impacto de seus passos. Em muitas ocasiões, seu consorte Shiva teve de se atirar entre os demônios por ela executados e deixá-la pisoteá-lo. Esse era o único modo de trazê-la de volta à consciência e evitar que o mundo desabasse.
Carl G. Jung nos diz que uma das imagens de descida é aquela do sacrifício de sangue. Ele diz que se o herói sobrevive a esse encontro com o arquétipo da Mãe devoradora, ele ganha energia vital renovada, imortalidade, plenitude psíquica ou alguma outra dádiva.

KALI, A DEUSA TRÍPLICE
 

Kali Ma é uma deusa hindu de dupla personalidade, exibindo traços tanto de amor e delicadeza quanto de vingança e morte terrível. Era conhecida como a Mãe Negra, a Terrível, Deusa da Morte e a Mãe do Carma. Ela é mostrada agachada sobre o corpo inerte de Shiva, devorando seu pênis com sua vagina enquanto come seus intestinos. Essa imagem não deve ser entendida literalmente, ou visualmente, num plano físico. No sentido espiritual, Kali recolhia a semente em sua vagina para ser recriada em seu ventre eterno. Ela também devorava e destruía toda a vida para que fosse refeita.

Como Klika, ou Anciã, ela governa todas as espécies de morte, mas também todas as formas de vida. Ela representa as três divisões do ano hindu, as três fases da Lua, três segmentos do cosmo, três estágios da vida, três tipos de sacerdotisas (Yoginis, Matri e as Dakinis) e seus templos. O s hindus reverenciavam o trevo como emblema da divindade tríplice de Kali. Eles diziam que se não podemos amar a face negra de Kali, não podemos esperar por nossa evolução.

Kali comanda as gunas, ou linhas da Criação, Preservação e Destruição, e incorpora o passado, o presente e o futuro. As gunas são simbolizadas por linhas vermelhas, brancas e pretas. Ela controla o clima ao trançar ou soltar seus cabelos. Sua roda cármica devora o próprio tempo.

Ela proíbe a violência contra a mulher e rege as atividades sexuais, magia negra, vingança, regeneração e reencarnação.

A Lua minguante está associada a Kali. Aqui, há o domínio dos instintos, do indiscriminado. Tudo pode se transformar no seu oposto. É o momento lunar mais negado no psiquismo da mulher e está severamente vigiado para que não venha à tona.

 É o feminino sombrio, mas que também pode trazer iluminação à consciência. 
É mais uma passagem, ligada a processos de transformação.A energia de Kali simboliza o poder destruidor/criador que está reprimido em muitas mulheres que nos séculos passados se adaptaram a um modelo socialmente determinado de comportamento dependente, sedutor e guiado pelo sentimento de culpa. Só nos últimos cem anos é que a força da mulher começou a retomar contato com seu poder pessoal.

No panteão das divindades tântricas, Kali é mencionada como a primeira das 10 Grandes Forças Cósmicas porque, de alguma forma, é ela que começa o movimento da "Roda do Tempo Universal".

Kali é equivalente à deusa grega Atena, que por muitos séculos foi honrada como deusa feroz das batalhas. O mito e adoração de Kali, reflete as forças primitivas da natureza. Estas forças estão associadas com os ciclos da mulher e estão representadas no útero feminino, o caldeirão do renascimento.

Kali é a Deusa Escura, cuja escuridão nada tem a ver com o "mal". Muitos povos vêem o mundo com a dicotomia do claro/escuro, bem/mal. Entretanto, para o hinduismo não existem estas oposições. No pensamento hindu não existe o mal, mas há o carma. O carma é uma lei física e moral de causa e efeito e, todos os resultados cármicos são resolvidos através de múltiplas reencarnações.

Kali é uma polaridade que é evidenciada no "yin" e no "yang", no homem e na mulher, no racional e no intuitivo, na sabedoria e na ignorância. É ainda a interativa passagem entre o real e o imaginário, o Oriente e o Ocidente, o campo e a cidade, a causa e o efeito.
Kali é uma deusa mítica de memória ancestral, devidamente integrada à nossa Era Digital.


quinta-feira, dezembro 02, 2010

KRISHNA

KRISHNA é a Suprema Personalidade de Deus, é o todo atrativo  a Verdade Absoluta, a fonte de tudo e a causa de todas as causas. Krishna é a forma mais elevada e original de Deus. Deus assume muitas formas, mas a forma original é de Krishna. Krishna se expande em ilimitadas formas, porém Ele mantém sempre Sua forma original como Krishna, no mundo espiritual. Todas Suas expansões são "sac-cid-ananda", ou seja, são formas de eterna bem aventurança e conhecimento, 100% espiritual. Nas escrituras, especialmente o Srimad Bhagavatam, existem explicações detalhadas de Sua morada, Sua aparência, Seus passatempos, Suas expansões, Suas energias, etc.


Ele é dotado de seis opulências, todas ao grau infinito: beleza, força, sabedoria, riqueza, fama e renúncia. Ele sabe tudo que aconteceu, tudo que está acontecendo e tudo que vai acontecer. Ele é infinitamente misericordioso. Ele é o beneficiário de todos os sacrifícios e austeridades, o Senhor Supremo de todos os planetas e semideuses e o benfeitor e bem-querente de todas as entidades vivas. As escrituras explicam que uma das expansões de Krishna (o Senhor Sesa) tem um sem número de bocas e está descrevendo as glórias de Krishna desde de tempos imemoriais, e mesmo assim não consegue nunca chegar ao final. Outra passagem do Srimad Bhagavatam explica que mesmo se pudéssemos contar todos átomos no universo, mesmo assim não poderíamos enumerar todas as qualidades transcendentais do Senhor Krishna. Krishna é um dos principais nomes de Deus, que significa o todo-atrativo.
Palavras de George Harisson extraídas do livro "Krishna, A Suprema Personalidade de Deus.



Todo mundo está buscando Krishna.
Algumas pessoas não percebem que estão, mas estão.
Alguns terão que nascer de novo para saber sobre Krishna.
KRISHNA é DEUS, a fonte de tudo que existe, a Causa de tudo que é, foi e sempre será.
Como DEUS é ilimitado, ELE tem muitos nomes.
Alá-Buddha-Jeová-Rama: Todos são KRISHNA, todos são UM.
Deus não é abstrato; em Sua personalidade - que é SUPREMA, ETERNA, BEM-AVENTURADA e plena de CONHECIMENTO - Ele tem tanto o aspecto impessoal quanto o aspecto pessoal. Assim como uma simples gota d'água tem as mesmas qualidades que um oceano d'água, da mesma forma nossa consciência tem as qualidades da consciência de Deus... mas através de nossa identificação com e nosso apego à energia material (corpo físico, prazeres dos sentidos, posses materiais, ego, etc.), nossa verdadeira CONSCIÊNCIA TRANSCENDENTAL tem estado poluída, e, da mesma maneira que um espelho empoeirado, é incapaz de refletir uma imagem pura.

quarta-feira, abril 21, 2010

Estátua da Deusa Parvati

Estátua da Deusa Parvati




Entre todas as Devis (semideusas), associadas com Shiva, Parvati guarda a mais alta eminencia. De acordo com os aspectos da cosmologia vedica, Parvati e uma reencarnacao de Sati Devi. Sati foi a filha do sabio Daksha, que nao aprovou a escolha de Shiva como marido dela. Daksha organizou em grande sacrificio de fogo para todos os deuses, exceto para Shiva. Deste modo, Sati foi entao humilhada pelo tratamento do pai a Shiva, imolando-se a si mesma, dando inicio a sinistra pratica da esposa ir para a fogueira junto com o marido. Enfurecido, Shiva, transformado num demonio gigante, e destruidor do sacrificio, cortou fora a cabeça de Daksha, que caiu dentro do sacrificio de fogo. Arrependido de sua acao, Shiva colocou na cabeça de Daksha a cabeça da cabra do sacrificio.Sati reencarnou como Parvati, a filha do Himalaia, a montanha deusa. Apaixonando-se por Shiva, ela praticou severas austeridades por muitos anos, e finalmente ganhou a atencao de Shiva e casou-se. Shiva e Parvati possuem dois filhos, Ganesha e Skanda.Junto com Parvati, ou com uma ou outra encarnacao como Kali ou Shakti, Shiva simboliza a perfeita uniao e a reconciliacao dos pares de opostos.



Estátua de Shiva Nataraja



Estátua de Shiva Nataraja pintada em ouro envelhecido


Shiva Nataraja é uma das mais poderosas representações de Shiva.




O supremo dos deuses, um dos tres principais deuses do panteao hindu, SHIVA, e o deus da renovacao. As vezes ele e visto como NATARAJA o deus das artes e das dancas, o dancarino cosmico, bem como o senhor das artes marciais e o protetor dos animais. Sua mao estendida representa sua forca superior .Ele danca sobre um demonio que representa a escuridao e o mal, estando assim, acima da ignorancia e de todo mal, e em seu braco direito ha uma serpente demonstrando que SHIVA domina todas as riquezas naturais. As lendas dizem que o rio Ganges nasce de sua cabeca. SHIVA e o controlador de toda a ira e e conhecido por sua imensa benevolencia e misericordia, concedendo-a a todos mui facilmente. As vezes ele e encontrado num estado de meditacao, demonstrando que e o deus da Yoga.
SHIVA e o senhor de DURGA * a deusa da natureza material * e e transcedental a qualquer

desejo ou ilusao material . Ele e o pai de Ganesha * o deus da boa sorte e prosperidade.De acordo com as escrituras Vedicas, SHIVA e o simbolo maximo da potencia masculina .SHIVA, possui um terceiro olho que sempre permanece fechado, pois no momento em que abri-lo, toda a criacao sera incinerada pelo calor abrasivo do fogo da renovacao. Dizem os orientais que SHIVA protege a casa dos seus seguidores de todos os tipos de males.

Ganesh


De acordo com a mitologia hindu, e o deus elefante, filho primogenito de SHIVA: o supremo dos deuses e da mae Parvati; a deusa da natureza. Conhecido como deus dos comerciantes, da prosperidade, da prudencia, da politica e da sagacidade. Em seu nascimento, ele recebeu a bencao de seu pai de que todos os cerimoniais, todas as escrituras, todos os relacionamentos de importancia mundial, deveriam sempre começar com uma invocacao a GANESHA para que tivessem maior eficacia.De acordo com as lendas, GANESHA foi o escriba dos textos vedicos, usando o seu proprio marfim como pena. Em seus diversos bracos ele carrega um machado, que corta todo mal; as bolinhas que ele tem em maos chama se Landhu, seu doce predileto, feito de farinha e grao de bico. O ratinho e o secretario mais proximo de GANESHA, sendo que todos os pedidos devem ser primeiramente dirigidos a ele, que por dua vez leva ao mestre. Dizem que uma pessoa que reza para GANESHA, nunca encontra obstaculos na vida que nao possa superar

 

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sábado, maio 02, 2009

Sidarta Gautama Budha o iluminado


Estátua de Buda Sidarta Gautama o iluminado




Sidarta nasceu no ano de 560 aC e era filho de um rei do povo Sakhya que habitava a região da fronteira entre a Índia e o Nepal. Buda viveu durante o período áureo dos filósofos e um dos períodos espirituais mais incríveis da história; foi contemporâneo de Heráclito, Pitágoras, Zoroastro, Jain Mahavira e Lao-Tsé.
No palácio, a vida de Gautama era cercada de conforto e paz. Casou e teve um filho, mas vivia totalmente protegido de contato com o exterior, por ordem de seu pai. Uma tarde, fugindo dos portões do palácio, o jovem Gautama viu 3 coisas que iriam mudar sua vida: um ancião que, encurvado, não conseguia andar e se apoiava num bastão, um homem que agonizava em terríveis dores devido a uma doença interna, um cadáver envolvido num sudário de linho branco. Essas 3 visões o puseram em contato com a velhice, a doença e a morte, conhecidas como “as três marcas da impermanência", e o deixaram profundamente abalado. Voltando para o palácio, ele teve a quarta visão: um Sadhu, um eremita errante cujo rosto irradiava paz profunda e dignidade, que impressionou Gautama a tal ponto que ele decidiu renunciar à sua vida de comodidade e dedicar o resto de sua vida à busca da verdade.


Abandonando o palácio, ele seguiu de início a senda do ascetismo, jejuando até que se convenceu da inutilidade destas práticas, e continuou sua busca. Durante 7 anos esteve estudando com os filósofos da região e continuava insatisfeito. Por fim, em uma de suas viagens, chegou a Bodh Gaya, onde encontrou uma enorme figueira e tomou a resolução de não sair de lá até ter alcançado a iluminação. Durante 49 dias ele permaneceu sentado à sobra da figueira, em profunda meditação, transcendendo todos os estágios da mente até atingir a Iluminação, um estado chamado nirvana. Desde então foi chamado de Buda (o que despertou) ou Shakyamuni (o sábio dos shakyas). Seus ensinamentos nascidos dessas experiência são conhecidos como o Caminho do Meio, ou simplesmente o dharma (a lei). Do momento em que atingiu o nirvana, aos 35 anos de idade, até sua morte, aos 80, Buda viajou ininterruptamente por toda a Índia, ensinando e fundando comunidades monásticas.

Buda ensinou o dharma a todos, sem distinção de sexo, idade ou casta social, em seu próprio idioma, um dialeto do nordeste da Índia, evitando o sânscrito empregado pelos hinduístas e eruditos, que era um símbolo de uma casta que não significava sabedoria, pois os brâmanes tinham cargos hereditários. Costumava recomendar a seus discípulos que ensinassem em suas próprias línguas, de forma que a doutrina foi ficando conhecida em
vários países.



Suas últimas palavras foram: “A decadência é inerente a todas as coisas compostas. Vivei fazendo de vós mesmos a vossa ilha, convertendo-vos no vosso refúgio. Trabalhai com diligência para alcançar a vossa Iluminação

sexta-feira, maio 05, 2006

***Estátua da Deusa Laksmi***

Estátua da Deusa Lakshmi pintada em ouro envelhecido





A deusa da fortuna, fonte de toda a fartura, beleza e saude neste universo. Ela e a esposa de Vishnu o sustentador do Universo, Lakshmi ;e o principal simbolo da potencia feminina, e pode ser reconhecida por sua eterna juventude e formosura.Ela sempre pode ser vista sentada sobre uma flor de lotus ou portando em maos flores de lotus, e um cantaro que jorra moedas de ouro.Contam que muitos tentavam conquistar a deusa Lakshmi, oferecendo lhes muitas presentes, devido a sua belza e formosura. No entanto, Lakshmi examinou minuciosamente cada um deles e nao pode encontrar nenhum naturalmente dotado com todas as boas qualidades. Assim, como ninguem era internamente desprovido de imperfeicoes, ela preferiu Vishnu como seu esposo, que esta alem da materia, e portanto livre de defeitos.Geralmente , atribui-se a Lakshimi o simbolo da Suastica, que representa vitoria e sucesso. Representa a riqueza, beleza ou fartura.